sábado, 1 de junho de 2019


O estudo de caso.
            O Estudo de caso se deu a partir da prática realizada em sala de aula e as entrevistas realizadas em forma de questionário que foram adquiridas ao decorrer da construção do TCC, nesse contexto, buscaram – se analisar como: O uso das tecnologias digitais nos espaços educativos do ensino fundamental, estão sendo incorporados.
Assim, foi realizada entrevista com nove professores da rede municipal e um da rede particular de ensino que foram respondidos de forma espontânea e rápida desses dez colegas apenas quatro responderam de forma interativa, embora não fosse exigência, mas o fato é que quando falamos de tecnologias, logo nos remetemos para uma dimensão interativista, na qual tudo que for relativo ao assunto será de acordo com a era digital que estamos vivendo. Os quatro professores citados que participaram da entrevista, realizaram através do Whatssap (três), por Skype (um) e dois por e-mail. Interessante ressaltar que sem dúvidas desses quatro métodos houve mais riquezas de detalhes nas respostas.
Os outros questionários físicos foram basicamente unanimes em suas respostas, alias por fazerem parte da mesma escola. Oito professores afirmam utilizar as tecnologias dentro de sala, ressaltando que os mesmo são: projetor, sala de vídeo, câmera, computador/ notebook, lousa digital, celular e rádio. E todos com exceção de um afirmam que esses métodos contribuem para aprendizagem dos alunos. Porém a entrevista da rede particular relata que as tecnologias para o acesso dos alunos não é permitida, somente para os professores, embora os alunos tenham acesso em casa, prime – se na escola o fazer sem as tecnologias. 

O docente que usa a tecnologia em sala de aula, além das dificuldades encontradas normalmente tem que aliar mais três fatores: dominar o conteúdo, recursos tecnológicos e praticidade técnica do conhecimento adquirido.  Ou seja, é preciso que existam trocas do conhecimento e compartilhamento de teorias e ideias para que a construção do saber matemático se desenvolva entre os alunos.
 


segunda-feira, 20 de maio de 2019

Tecnologias digitais:

De acordo com os estudos sobre o uso de tecnologias digitais dentro de sala de aula e no cotidiano realizado na interdisciplina de Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação (disciplina do IV semestre do curso de PEAD), as tecnologias são excelentes aliadas, pois nos auxiliam nas pesquisas de exercícios para a preparação das aulas, também podem ser utilizadas como ferramenta em sala de aula.
Nessa interdisciplina[1] podemos fazer alguns resgates (pessoais e contextualizados no nosso percurso escolar)  e podemos notar que em nosso período de alfabetização as tecnologias eram basicamente, quadro, giz, cartilha, músicas. Já no ensino médio tivemos contato com demais tecnologias como câmera, computadores e celulares. Desde lá se passaram algumas décadas, o mundo vem se informatizando, e a escolas, não deveriam ficar para traz; Evitando que as nossas crianças, fiquem presas atrás dos muros da escola, fazendo exercícios estéreis, sem levar a lugar nenhum.
Também dentro dos textos fornecidos no moodle da interdisciplina citada, retomamos o motivo da criação do PROINFO e como se dá o processo de concepção pedagógica e desenvolvimento dos materiais que integram o Programa PROINFO.
Em curso online do PROINFO[2], desenvolveu-se o interesse de trabalhar no Laboratório de Informática e, para atuar no mesmo na rede, era necessário o curso. O curso trazia conceitos básicos e de fácil compreensão e, um ano após, começou – se os cursos nos mesmos moldes para a aquisição dos notebooks que a prefeitura disponibilizaria para todos os profissionais da Educação, juntamente com um 3G para ser utilizado no programa de diário online que a rede criou. Contudo, existe formação e a busca por conhecimento tecnológico, o que falta então? Aplicar esses conhecimentos, inserir na metodologia as ferramentas tecnológicas.
Muito se tem dito, debatido e pensado sobre a denominada cultura digital. Nominações e terminologias surgem para que se diga sobre um mesmo fenômeno: o uso crescente e intensificado das tecnologias da informação e comunicação (TIC).
Para Alonso, Aragón, Silva e Charzuk (2014, p. 154), amplia-se o anterior quando:
“cultura digital”, é importante perceber que os elementos e características até o momento postos, adquirem materialidade quando pensados conjuntamente por serem interdependentes, implicando-se mutuamente, por isso a ideia de fluxo que se movimenta a depender da maneira pela qual o conjunto se forma. Daí a complexidade de compreensão do vivido, de como são atravessadas as experiências humanas mediadas tecnologicamente, característica fundamental da “cultura digital”.
Evidentemente que tal uso é a expressão mais clara de transformações profundas por que passam as sociedades, principalmente as ocidentais. No movimento de criação, recriação, uso e reinvenção das TIC, há uma gama enorme de acontecimentos que mobilizam nossos cotidianos e modos de ser e estar no mundo. Se, no campo econômico, as sociedades tecno - informacionais priorizam o uso das TIC para integrar a produção, como nos ensinou Santos (1996), no âmbito do consumo das mídias digitais – internet, telefonia móvel, jogos de computador, televisão interativa, entre as principais – tem-se, como afirmou Buckingham (2010, p. 37-38), elemento “indispensável no tempo de lazer das crianças e jovens. De fato, a primeira relação deles com tecnologia digital já não ocorre no contexto escolar como fora nos anos de 1980 e mesmo no início dos 1990, pois ela se tornou do domínio da cultura popular”. Essa é uma ruptura importante para se pensar o contexto educacional em suas possibilidades e impossibilidades, tratando disso e do uso mais intenso das TIC.


[1]                      A ideia de que toda tecnologia consiste em uma determinada concepção do significado e do valor das ações humanas, ou seja, leva necessariamente a interdisciplinaridade, pois assume assim, na educação uma relevância especial. O ser humano tem sua forma de ver o mundo e suas ideias têm relação com o processo de transformação do mundo.
[2]                     Criado por meio da Portaria n.º 522, de 09 de abril de 1997, com a denominação Programa Nacional de Informática na Educação, passou a ser denominado de Programa Nacional de Tecnologia Educacional (PROINFO), conforme o disposto no Decreto n.º 6.300, de 12 de dezembro de 2007.

 

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Artes


A arte é tudo, depende como você enxerga , sempre é algo belo, aos olhos de quem vê. A Arte contemporânea nos desafia a encarar o que é normal ou até mesmo feio em arte.
 A arte contemporânea por sua vez é muito mais difícil,  porém é a expressão de tudo que nos cerca. “ Todos esperam que a arte contemporânea seja diferente da vida “. A arte contemporânea retrata a vida como ela exatamente é , por mais dura e escura que seja, pode ser arte.
“ Todos sabemos que a Arte não é verdade.  A Arte é uma mentira que nos faz compreender a verdade, pelo menos a verdade que podemos compreender”.
                                                                                                                             Pablo Picasso
Tive o privilégio de visitar a exposição: Nem eu, nem tu, nós e essa entre outras coisas possuía, vestidos  que foram pintados com sangue, estava com uma turma de 5º ano e de sétimo e essa turma se horrorizou  com a pintura, algumas meninas até perguntaram se era” menstruação”, ao assistir o vídeo logo lembrei – me desse episódio.


segunda-feira, 6 de maio de 2019



Proposta de Investigação para o TCC: Semestre IX:


O uso das tecnologias digitais nos espaços educativos do ensino fundamental.
          Estudo de caso[1]: Escola municipal Coronel Francisco Pinto Bandeira ,Canoas/RS.
         O TCC como projeto parte da seguinte situação que ao ser analisada no futuro poderá abrir pistas para outro agir docente.
Partimos da seguinte hipótese de trabalho:
         O uso de softwares nos espaços educativos do ensino fundamental nas escolas municipais pública ainda é complicado e difícil , seja pela não acessibilidade, seja pela precariedade dos espaços informáticos da escola, seja pela inexistência ou preocupação com a rede gratuita (wifi), mas se torna fundamental para um agir docente diferenciado.
         Terá como objetivo geral (inicial e a ser desenvolvido posteriormente):
·        Compreender como os professores utilizam as tecnologias digitais nas escolas públicas e quais são os seus limites e possibilidades.
Metodologia:
A proposta é fazer um estudo de caso (Estudo de Caso Planejamento e Métodos, Robert K. Yin Editora: Bookman , 2001)   a partir da escola municipal e nela entrevistar  alunos e professores sobre o uso de tecnologias digitais: como é feito, quando é feito , e de que modo é usada; as perguntas serão abertas e analisadas a partir de um referencial que permita compreender o discurso dos entrevistados ( Análise de discurso: princípios e procedimentos (1a. edição: 1990, Ed. Pontes).


[1] O estudo de caso vem sendo utilizado com frequência cada vez maior pelos pesquisadores sociais, visto servir a pesquisas com diferentes propósitos, tais como: explorar situações da vida real cujos limites não estão claramente definidos; descrever a situação do contexto em que está sendo feita determinada investigação; e explicar as variáveis causais de determinado fenômeno em situações muito complexas que não possibilitam a utilização de levantamentos e experimentos.

Gratidão é a palavra... Gratidão é reconhecer que a vida é um presente. Não sou perfeita e minha vida também não, mas por tudo que sou e...