domingo, 24 de abril de 2016




   Para refletir:
   Entre o ver e o olhar é a própria configuração do mundo que se transforma, não há continuidade entre o ver e olhar. E a passagem entre eles não se faz por gradação requer um salto , a operação “aproximar”.
   Passagem, em debate no dia 28/03/2016, na UFRGS.
   Procuro sempre relacionar minha vivência profissional com os textos abordados e esse me faz pensar o como é importante o olhar na sala de aula. No magistério na aula de Didática Geral, nossa professora fez uma técnica conosco na qual ela abrir a porta de uma sala aula qualquer, dizia para nós olharmos. Fechava a porta e nos perguntava o que havíamos visto. Relatávamos o que observamos, mas ela sempre fazia questionamentos das quais não havíamos nem percebido.
   Hoje no dia -  a – dia percebo que aquela técnica servia, para notarmos detalhes, como o aluno muito quieto que não aprende, o que esta com febre o que foi violentando, que normalmente não falam com o som , mas com o olhar.

   O filme:  Como estrelas na terra, toda criança é especial, aborda essa questão de como temos que ser diferentes as vezes, para atingir nosso aluno, afinal de contos todos são únicos e especiais.
https://www.youtube.com/watch?v=IQPL9DPHauw

domingo, 17 de abril de 2016

sexta-feira, 8 de abril de 2016




O recreio
Como podemos ver no vídeo: O fim do recreio https://www.youtube.com/watch?v=ZGKx7Z56g0A&nohtml5=False
 O recreio é uma das coisas mais apaixonantes e interessantes na escola, principalmente para os alunos pequenos, essa paixão e interesse só é perdida para a professora. Se observamos o recreio, poderíamos concluir que é um bando de crianças correndo e gritando sem sentido. Uma correria sem ordem , razão ou porque.



                                                         

                                                         
 



 As fotos acima são de um recreio na nossa escola ( Pinto Bandeira – Canoas/RS), onde a turma de 4º ano após diversos xingamentos (pois são a turma maior de idade e tamanho do turno da tarde) e discursões do gênero: “ Não machuquem os pequenos”. Em comum acordo os alunos do 4º ano decidiram, então dirigir o recreio uma vez por semana.
O que vejo: crianças, brincando de verdade, de forma organizada “DELES”  e do jeito deles, mas organizada. Uma correria e uma gritaria sim, mas de alegria e diversão, com um propósito: BRINCAR.


sexta-feira, 1 de abril de 2016


 Estou trazendo uma postagem antiga que acho relevante, para a atual conjuntura que me apresento epara esse inicio de ano, pararmos para pensar um pouco .



O brincar!
            Se voltássemos no tempo e lembrarmos da nossa infância, iremos relembrar daquelas longas tardes quando brincávamos na rua de taco, patins, skat, era simplesmente emocionante, alucinante, isso sem contar como tudo era muito divertido e natural, subíamos em árvores de goiabeira e comíamos goiaba com bicho mesmo sendo menina, na companhia dos primos, todos homens e não havia nenhum problema nisso.

            Voltando aos dias atuais, analisado: O brincar, podemos dizer que esse é a representação da criança e ao mesmo tempo um desafio, pois a criança corre risco ao brincar o adulto protetor dessa criança muitas vezes não permite que a criança se arrisque com o instinto de protege – la. Nas escolinhas e creches não é diferente, as professoras, conhecidas como as famosas “tias”, também não permitem muitas coisas, para não se incomodar e claro, ninguém quer se incomodar.

            Nesse contexto, tudo vai se limitando, as pessoas são resistentes às brincadeiras, não acham importante, pensam que o mais importante é quantitativo e não o qualitativo, tem também o fator trabalho, ensinar de forma lúdica requer muito mais trabalho do que qualquer outra forma. E necessário organização da educadora, paciência, tempo e criatividade, principalmente na criação e confecção dos jogos, brincadeiras, músicas, enfim que for  ser trabalhado naquele momento. E por fim, o embasamento, não basta só aplicar, tem que saber por que, ter objetivos claros e saber onde se vai chegar, quem vai atingir.

            Sendo assim, o brincar deveria fazer parte do currículo escolar, principalmente das crianças do bloco, pois ele estimula, proporciona, instiga, conflita, testa, objetivos das quais são fundamentais para a alfabetização significativa, para isso é preciso organização de todos, escola, pais, funcionários, professores e alunos.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_lQWGDV81Vs , tudo a ver com esse conceito. 

domingo, 27 de março de 2016

Como não se apaixonar!





   A galera show do 4º ano!
   Sempre quando iniciamos o ano temos aquele friozinho na barriga, e não importa quantos anos se tenha de carreira segundo uma colega aposentada. O novo , o desconhecido, nos traz um completo pânico. As diversas dúvidas se afloram diante do temeroso primeiro dia de aula:  Será que eles vão gostar de mim? Será que dou conta esse ano? Será que são terríveis... São vários os anseios e que nos fazem muitas vezes travar diante de algumas situações, como por exemplo se aluno te traz um presente, ficamos estagnada com aquela reação no primeiro dia. Também a falta e a saudade dos alunos antigos pesa muito nesse momento, mas, enfim o primeiro dia passa, como tudo na vida. E então se é dado a chance de se apaixonar novamente, pela aquela nova turma, aquela nova sala, aquele novo ano, àqueles novos alunos!

sexta-feira, 18 de março de 2016


  Estamos de volta, para mais um ano de aprendizagens, trocas, descobertas e diversos debates. Tanto na nossa vida profissional (escolas), quanto no Curso, sempre é uma caixinha de surpresas, sempre muda e essas mudança nos traz medo.
   Podemos ter dezenas de anos de experiências, mas sempre teremos medo do desconhecido!
  O retorno é sempre assustador, pois perdemos colegas , gestores e até mesmo professores, mas a vida é assim... Nesse caso, podemos citar a saída do nosso querido professor: Rafael Arenhaldt, que se despede com a frase: " É necessário que uma história termine, para que uma outra comece ". E assim seguimos nosso caminho agora orientados pela professora: Simone Charczuk.

domingo, 6 de dezembro de 2015

O brincar!

 


 Dentre vários assuntos trabalhados na interdisciplina de Infâncias de 0 a 10 anos, ministrada pela Profª Drª Fabiana de Amorim Marcello, podemos estudar e refletir sobre infância e o brincar.Como relatado na atividades dessa, se voltássemos no tempo e lembrarmos - nos da nossa infância, iremos relembrar daquelas longas tardes quando brincávamos na rua de taco, patins e skat, era simplesmente emocionante, alucinante, isso sem contar como tudo era muito divertido e natural, subíamos em árvores de goiabeira e comíamos goiaba com bicho mesmo sendo menina, na companhia dos primos, todos homens e não havia nenhum problema nisso.



  •             Voltando aos dias atuais, analisado: O brincar, podemos dizer que esse é a representação da criança e ao mesmo tempo um desafio, pois a criança corre risco ao brincar o adulto protetor dessa criança muitas vezes não permite que a criança se arrisque com o instinto de protege – la e limita - a. Acredito que vale a pena se arriscar.

    Dentro desse enfoque vale a pena assistir o vídeo: Carambola: O Brincar está na escola”. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_lQWGDV81Vs , tudo a ver com esse conceito.


 

Gratidão é a palavra... Gratidão é reconhecer que a vida é um presente. Não sou perfeita e minha vida também não, mas por tudo que sou e...